Muitos programas infecciosos criados, incluindo o primeiro worm, foram escritos como experimentos ou travessuras.
Hoje, malware é usado por hackers black hat e governos, para roubar informações pessoais e ou financeiras.
Malware é por vezes utilizado amplamente contra sites do governo ou das empresas para colectar informações guardadas, ou de perturbar seu funcionamento em geral.
Entanto, o malware é muitas vezes usado contra indivíduos para obter informações como números de identificação pessoal ou detalhes, números bancários ou de cartão de crédito e senhas.
Computadores desprotegidos, pessoais e de rede no país podem estar em risco considerável contra essas ameaças.
(Estes são frequentemente defendidos por vários tipos de firewall, software antivírus, e hardware de rede).
Desde o surgimento de um acesso generalizado à Internet de banda larga, o software malicioso foi mais frequente projectado ao lucro.
Desde 2003, a maioria dos vírus e worms gerados foram projectados para assumir o controle de computadores dos usuários para fins ilícitos e, depois de infectados,
os "computadores zumbis" são usados para enviar spams, hospedar dados de contrabando (como a pornografia infantil),
ou se engajar em ataques distribuídos de negação de serviço, como uma forma de extorsão.
Os programas desenvolvidos para monitorar a navegação na web dos usuários, exibir propagandas não solicitadas,
ou redirecionar receitas de marketing de afiliados são chamados de spyware.
Os spywares não se espalham como vírus; em vez disso, são geralmente instalados através da exploração de falhas de segurança.
Eles também podem ser embalados em conjunto com software instalado pelo usuário, tais como aplicações peer-to-peer.
Ransomware afeta um computador infectado, de alguma forma, e exige o pagamento para reverter os danos.
Por exemplo, programas como o CryptoLocker criptografa arquivos de forma segura, e apenas decifra-os mediante o pagamento de uma quantia substancial de dinheiro.
Sem comentários:
Enviar um comentário