quinta-feira, 13 de junho de 2019

Malware

Malware inclui

vírus, worms, cavalos de tróia, ransomware, spyware, adware e outros programas maliciosos.

A partir de 2011, a maioria das ameaças de malware ativos foram worms ou cavalos de troia, em vez de vírus.

Desse modo, o malware é conhecido como contaminante de computador, como nos códigos legais de vários estados estadunidenses.

Malware é muitas vezes disfarçado, ou encaixado dentro de arquivos não maliciosos.

Spyware é outro malware encontrado, às vezes embutidos em programas fornecidos oficialmente pelas empresas, por exemplo, por download a partir de sites, que parece útil ou atraente, mas pode ter a funcionalidade de rastreamento adicional oculto, que reúne estatísticas de marketing.

Um exemplo desse software, que foi descrito como ilegítimo, é o rootkit da Sony,

um trojan embutido em CDs vendidos pela Sony, que silenciosamente instalam-se e ocultam-se em computadores, com a intenção de evitar a cópia ilegal.

Também informam sobre hábitos dos usuários, e criam vulnerabilidades que foram exploradas por malwares relacionados.

O termo malware só se aplica a software que intencionalmente cause danos.

 Software que causa danos devido a erros ou má concepção não são classificados como malware, por exemplo, algum software legítimo escrito antes do ano 2000 teve erros que causaram avarias graves quando ocorreu a mudança do ano 1999-2000, esses programas não são considerados malware.

Softwares como antivírus, anti-malware, e firewalls são utilizados por usuários domésticos e organizações para tentarem se proteger contra ataques malwares.

A partir de 2012, aproximadamente 60 a 70 por cento de todo o malware ativo é usado em algum tipo de fraude de cliques para rentabilizar sua atividade.

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