quinta-feira, 13 de junho de 2019

Proliferação

Os resultados preliminares da Symantec, publicados em 2008, sugeriram que "a taxa de libertação de código malicioso e outros programas indesejados podem ser superiores a de aplicações de software legítimo".

De acordo com a F-Secure, "foram produzidos mais malwares em 2007, do que nos 20 anos anteriores ao todo".

A prevalência de malware como um veículo para criminalidade na Internet, juntamente com o desafio de software anti-malware para manter-se com o fluxo contínuo de novos malwares, tem visto a adaptação de uma nova mentalidade aos indivíduos e empresas que utilizam a Internet.

Actualmente, com a grande quantidade de malwares sendo distribuídos, uma percentagem muito grande de computadores estão sendo infectados.

Para as empresas, especialmente aquelas que vendem através da Internet, isso significa que eles precisam encontrar uma maneira de operar, apesar das preocupações de segurança.

O resultado é uma ênfase maior na protecção de backoffice para se proteger de malwares avançados nos computadores dos clientes.

 Um estudo de 2013, da Webroot, mostra que 64% das empresas permitem o acesso remoto a servidores de 25% a 100% de sua força de trabalho, e que as empresas com mais de 25% de seus funcionários que acessam remotamente servidores têm taxas mais altas de ameaças de malware.

Em 29 de março de 2010, a Symantec chamou a Shaoxing, na China, como capital de malware do mundo.

 Nas mídias sociais, no Facebook principalmente, se vê um aumento no número de tácticas usadas para espalhar malware aos computadores.

 Um estudo de 2014, descobriu que o malware vem cada vez mais destinado aos dispositivos móveis, cada vez mais populares.

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